O seu navegador necessita de suporte Javascript para esta funcionalidade. Museu Nacional Soares dos Reis - Cerâmica
24 de Novembro de 2017
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Cerâmica

Pormenor da Garrafa com forma de mulher em Faiança.

A colecção de cerâmica existente no Museu Nacional de Soares dos Reis é uma das maiores colecções do Museu em número de peças e muito relevante no que diz respeito à produção nacional de faiança.

Como todas as colecções, engloba uma parte pertencente ao Museu propriamente dito e outra, em depósito, pertencente ao antigo Museu Municipal. Relativamente ao tipo de peças são ambas muito semelhantes, predominando nas duas a faiança portuguesa do século XVII ao XX. Apresentam depois alguns núcleos mais desenvolvidos noutras áreas, como a porcelana oriental, ou a faiança de Delft.

A faiança nacional do século XVII, está bem representada por um conjunto de peças que exemplificam a evolução que se verificou ao longo de todo o século, a começar pela peça datada mais antiga que se conhece, uma taça de 1621.

No entanto, o maior núcleo da colecção é constituído pela faiança nacional a partir do período pombalino, abarcando peças desde o século XVII ao XX dos vários centros produtores do país. Nestes salientam-se, naturalmente, os do Norte, sobretudo Viana do Castelo, Porto e Gaia.

Das outras regiões do país, sobressai o núcleo atribuído à produção de Aveiro, pouco divulgada noutras colecções.

Dentro da faiança estrangeira, apesar da sua pequena expressão no conjunto da colecção, é de referir dois pequenos núcleos com peças muito interessantes. Um deles é composto por oito pratos de reflexos metálicos, dos séculos XVI a XVIII, todos da colecção do Museu Municipal, três dos quais constituem o núcleo inicial de cerâmica desse Museu. O outro diz respeito à faiança de Delft e é formado por peças dos séculos XVII e XVIII.

O núcleo de porcelanas é constituído na sua grande maioria por peças chinesas de várias épocas, que vão desde o século XVI, do período Jiajing até ao XIX, com o serviço de jantar que pertenceu ao bispo do Porto D. António de S. José de Castro, cujo brasão de armas ostenta em todas as peças.
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