O seu navegador necessita de suporte Javascript para esta funcionalidade. Museu Nacional Soares dos Reis - Gravura
19 de Outubro de 2017
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Gravura

Gravura com perspectiva da cidade do Porto no século XIX. Inv. 170 Gra MNSR

A colecção de Gravuras do Museu Nacional de Soares dos Reis situa-se num período cronológico compreendido entre os séculos XVII e XIX, abarcando núcleos de gravadores portugueses e estrangeiros, encontrando-se no século XIX a presença da litografia.

A iconografia local é representada em plantas da cidade, registos valiosos para a história do urbanismo ou ainda sobre a forma de aspectos panorâmicos. Maioritariamente da autoria de artistas ingleses, salienta-se no entanto a primeira gravura portuguesa que representa uma perspectiva da cidade setecentista. Algumas panorâmicas encontram-se publicadas em livros de viagens e em álbuns, que o Museu guarda alguns exemplares. Ainda com origem na iconografia local, a colecção engloba uma série de registos de santos, estampas devotas e de cariz popular executadas sob encomenda de igrejas ou confrarias por todo o tipo de gravadores, notáveis ou mesmo anónimos.

Dentro da gravura estrangeira, referenciam-se alguns exemplares de mestres da gravura antiga francesa como Gérard Audran, ou Nicolas Henri Tardieu. Da gravura antiga italiana, destacam-se os autores Pietro Testa e Salvatore Rosa.

A colecção do museu contempla a gravura antiga em Portugal, com um pequeno núcleo de retratos régios de Guilherme Debrie, ou ainda de Gaspar Fróis Machado. De Francisco Bartolozzi, figura incontornável na gravura em Portugal na passagem do séc. XVIII para o séc. XIX referenciam-se algumas obras, para além de outros autores relevantes na gravura portuguesa como Gregório Francisco de Queirós, ou Raimundo Joaquim da Costa.

A representação do movimento litográfico que se implantou no nosso país a partir da segunda década do séc. XIX surge na colecção do Museu com nomes como L. Maurin e Adolphe Pinçon ligados essencialmente ao retrato, um género de grande representatividade dentro da nova técnica, ou ainda com Maurício José Sendim, litógrafo português com obra mais variada.

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